A ARCIL – Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã, é uma Instituição Privada de Solidariedade Social criada, em 1976, por um grupo de pais e amigos de crianças com várias condições de deficiência, com o objectivo principal de promover acções facilitadoras da sua (re)reabilitação e integração social das pessoas com deficiência.
• Somos uma organização privada de solidariedade social (IPSS), sem fins lucrativos, reconhecida como entidade de utilidade pública (IUP).
• Desde 1976 procuramos contribuir para a efectiva inclusão social de pessoas com deficiência e outras necessidades especiais, promovendo uma mudança no olhar sobre a incapacidade e a diferença.
• Promovemos a valorização e inclusão social e profissional dos nossos clientes, através de medidas específicas de intervenção, em articulação com serviços públicos e privados, numa postura de cooperação, abertura e complementaridade.
• Assumimos como princípios a qualidade da intervenção, o desenvolvimento comunitário, o trabalho em parceria e a luta contra a exclusão social.
• A medida do nosso sucesso é a satisfação e o desenvolvimento dos nossos clientes e a sua qualidade de vida.
• Os nossos serviços são financiados por fundos públicos e pelos resultados de produção e prestação de serviços das nossas estruturas.
A nossa MISSÃO….
Agir activamente, de forma sustentável e empreendedora, na reabilitação e na promoção da cidadania e da qualidade de vida, acreditando no potencial humano da diferença.
A nossa VISÃO….
Ser uma organização sustentável e de excelência que garanta o respeito pela diferença e a igualdade de oportunidades.
Os nossos VALORES
Afectividade, Dignidade, Empreendedorismo e Inovação, Ética, Inclusão, Respeito pela Diferença, Responsabilidade Social e Rigor e Transparência.
A área geográfica de influência, definida em termos de proveniência de 419 utentes, compreende os concelhos de Lousã, Góis, Miranda do Corvo, Vila Nova de Poiares e Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra.
A ARCIL é financiada pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, pelo Ministério de Educação e pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, contando ainda com apoios de organizações públicas e privadas, nacionais e europeias, com os contributos de quotas de associados e com os resultados de produção e prestação de serviços efectuados.

